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Blythes no mundo das vanguardas

28/07/2010

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Olá galera!
Saudade de escrever para vocês.
Como estava conversando pelo MSN e pelo twitter com uma grande amiga, queria pelos menos um diazinho ficar completamente desocupado.
Tive duas semanas de recesso no trabalho o que não deu nem para fazer 10% de tudo o que eu gostaria e necessitaria fazer ...
Mesmo nos encontros daqui de São Paulo, num consigo freqüentar como eu gostaria, conhecer gente nova, bacana e com novas idéias ...
Mesmo assim, encontrei um tempinho para conversar com vocês.
Neste artigo escolhi escrever sobre arte em escrever sobre arte sempre é muito complexo.
As questões sobre arte (o que é arte, quem produz arte, para que serve a arte, etc) sempre causa diferentes pontos de vista. E é por isso que eu curto arte: permite a análise, a reflexão, o conflito de idéias.
Para se compreender melhor a arte, intelectuais, filósofos e historiadores dividiram-na em movimentos históricos.
Conhecemos e identificamos vários deles: rupestre, mesopotâmico, egípcio, greco-romano, românico, bizantino, gótico, renascimento, barroco, rococó, neoclássico, romantismo, realismo ...
As coisas se complicam quando chegamos ao final do século XIX e início do século XX quando as mudanças na sociedade são intensas.
Os movimentos artísticos ocorridos neste período são denominados de vanguardas artísticas européias.
O termo vanguarda deriva do francês avant-gard que traduzido literalmente faz referência ao batalhão militar que precede as tropas em ataque durante uma batalha. Daí deduz-se que vanguarda sigifica "estar à frente".
Em minhas aulas como professor de artes visuais para o ensino médio gosto MUITO de trabalhar com as vanguardas artísticas com os jovens pois elas representam momentos transgressores, momentos de defesa de idéias próprias e quebra das convenções antiquadas.
Como as vanguardas artísticas trouxeram muitas inovações estéticas e expressão com meus alunos. Porque não adotar as Blythes neste processo?
Penso que as Blythes favorecem esta quebra de paradigmas, principalmente no que se refere aos padrões de beleza humanos pois, nossa querida amiga com sua desproporção natural entre cabeça e corpo permite que aceitemos as diferenças.
Sou, fui e SEMPRE serei a favor da diversidade.
Propositadamente, com o objetivo de provocar estranhamento, escolhi a mesma boneca pra todas as vanguadas e, das bonecas que eu possuo, aquela que acredito caudar estranhamento por possuir o “espírito” das vanguardas é Pandora, uma Blythe de cabelo fantasia azul, modelo Candy Carnival, que comprei já com o rosto customizado e o cabelo, e eu mesmo, num ato frenético e intempestivo, cortei seu cabelo deixando-os curtinhos ao estilo Chanel (e adorei o resultado).
Nas próximas colunas vou escrever sobre cada uma das vanguardas européias, mostrando um pouco dos trabalhos dos meus alunos que usaram a Blythe como suporte para sua expressão artística

 

 

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