Tiara para Blythe
Confira abaixo o tutorial de Rima para fazer uma travessinha (tiara) para Blythe!! (original em inglês você confere aqui).
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- Meça 22 cm no arame e corte. Faça uma argolinha em uma das pontas, certifique-se que a argolinha fique virada para fora (veja na foto). Isso evita que o cabelo da Blythe enrosque demais.
- Agora comece a colocar miçangas/enfeites que quiser até chegar em 19,5 cm. Se sua Blythe tem cabelo mais armado, você pode fazer um pouco a mais.
- Corte o arame 0,5 cm depois da última miçanga colocada.
- Pegue o alicate e faça outra argolinha (como a primeira) no final para segurar as miçangas.
- Se a tiara estiver meio frouxa na cabeça da Blythe, entorte um pouco para ajustar.
Uhuuuuu! Prontinho! Agora você tem uma linda tiara para sua Blythe! São muito fáceis e divertidas de fazer. Fiz 3 em menos de 15 minutos.
Rima
Agradecemos mais uma vez à Rima por compartilhar o tutorial conosco.
Conta Pro do Flickr: fazer/revovar ou não?
Um conta gratuita no flickr dá direito a upload de 100 mb mensais e 2 vídeos. Se você ultrapassar os 100 mb mensais, apagar fotos não adianta para o seu limite voltar. Além disso, apenas suas últimas 200 fotos aparecerão na sua galeria. Também não é possível montar Coleção de Álbums com a conta gratuita.
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todas as suas fotos enviadas para o grupo estarão lá, até as antigas que não aparecem mais na sua galeria!!
Uma outra alternativa é criar um grupo com galeria pública, sem limite de envios de foto, em que só você seja membro: toda vez, envie fotos para lá, sem limites, será sua galeria pessoal.
Blusão Raglã para Blythe
Nessas últimas férias (no calor infernal), cismei de aprender a fazer tricô para Blythe!! Depois de muito procurar, decidi usar a receita de blusão Basic Top Down Raglan Sweater. Desde os oito anos que eu não pegava em uma agulha de tricô (e naquele tempo só sabia ponto tricô). Esse post é para mostrar que dá sim pra gente fazer uma blusa pras nossas bonecas sem saber nada de tricô, só com teimosia e a ajuda dos vídeos que podemos encontrar no youtube para aprender tudinho!!
* agulha de tricô 2 mm
* 4 marcadores para tricô (são argolinhas, há no mercado argolinhas próprias para tricô, mas você pode usar a criatividade)
* 30 cm de lã numa cor bem diferente da lã que você vai usar para o blusão
* agulha de costura para costurar colchetes
* agulha grossa (para passar fio de lã)
* lã fininha (para roupinhas de bebê ou meias)
* 2 colchetes
* linha de costura na cor da lã
Eu já comecei na gambiarra, usei uma lã mais grossa do que a recomendada (Cuba da Paramount, recomendada para usar com agulhas 4 ou 5 no Brasil ou 6-8 da numeração americana). Não recomendo essa lã, recomendo alguma como a Pingouin Baby! Usei agulhas 2,75 mm (pontas duplas). Ao invés de treinar os pontos e depois começar a fazer o blusão, já saí fazendo o blusão. Não é o melhor jeito de começar, mas para quem é impaciente, tá valendo kkkkkk No meu caso, o blusão não ficou perfeito, mas nada muito perceptível, eu fiquei feliz com ele! Na segunda vez, tentei com lã bem mais fina.
* Cast-on, garterstitch, bind-off (Cast-on é colocar os pontos na agulha, Row 1 é carreira 1 ela faz o ponto meia, Row 2 ela faz o ponto meia também, depois é o bind-off que é como retirar os pontos da agulha, tem vários jeitos, eu não usei esse por exemplo, usei o que tem aqui).
* Purl stitch (ponto tricô) knit stitch (ponto meia)
* sigla kn: knit n stitches (n pontos meia)
* sigla pn: purl n stitches (n pontos tricô)
* k2tog (dois pontos meia juntos, para diminuir, 2mj)
* m1l (make one left) - aumento esquerdo - esse eu acho o mais chato de fazer, tem um vídeo em português, a partir do tempo 2:28 do vídeo ela mostra como fazer bem devagar.
* m1r (make one right) - aumento direito
Lista do que devemos saber para fazer o blusão:
* ponto meia e ponto tricô (knit e purl)
* Stockinette: ponto meia nas carreiras ímpares de ponto tricô nas carreiras pares
* Ribbing 1/1 (barra 1/1): 1 ponto meia, 1 ponto tricô, 1 ponto meia, 1 ponto tricô, ... até o final
* como aumentar um ponto (m1l e m1r)
* como fazer dois pontos juntos (para diminuir)
3 first rows: 1/1 ribbing: (k1,p1) repeat from ( to ) until the end.
Carreira 5:
1 - faça ponto meia até chegar na argolinha
2 - com a argolinha ainda na agulha esquerda, faça o ponto m1r
3 - leve a argolinha para a agulha direita (IMPORTANTE)
4 - faça 1 ponto meia
5 - faça m1l
6 - faça ponto meia até chegar na próxima argolinha
7 - repita os passos 1 até 6
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* 10 pontos meia
* dois pontos meia juntos (k2tog) para unir as duas partes que estão separadas
* 18 pontos meia
* dois pontos meia juntos (k2tog) para unir as duas partes que estão separadas
* 10 pontos meia


Betty tem um tutorial mostrando como ela modificou a receita para fazer um blusão com mangas maiores. Ela começa com 32 pontos (diz que tem pontos muito apertados) e o resto é basicamente igual. Vale a pena conferir!!!
Tricoteiras do flickr se souberem de alguma dica/receitas que quiserem compartilhar em um post ou apenas dar um toque, tudo é muito bem-vindo!!!
Luka em Madri e em Roma
Deixo a Espanha com lágrimas dos olhos. Meu primeiro Reveillon na Itália com minha família adotiva (Charo & Javier) foi adorável. Visitamos a cidade mais linda que já vi: Roma!! Descobri antigos impérios, grandes igrejas e comi todas as pizzas, massa e sorvete que encontrei no caminho. Já ia me esquecendo... pela primeira vez eu vi um pênis em uma estátua clássica!!!
viva_amelie

Madri


Rome




















Confira também:Luka em Viena, Luka em Londres, Luka em Barcelona
Blog das Blythes Viajantes: It's a small world
No flickr: It's a small world. The traveling Blythes.
Foto Padrão
Eu e minhas irmãs não moramos no Sul muito menos no Nordeste
E a cor do meu cabelo não é a mesma que da minha mãe.
E ae sabe quem sou eu?
3 tentativas . Suas tentativas podem demorar a aparecer em função da moderação do site
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E não é que não teve vencedor? Leva o prêmio a Ana Elisa
Ana Elisa e Duda são as meninas da vez

Participe voce também envie sua foto padrão para contato@blythe.com.br
Escolada
Você pode começar escrevendo aí Semcabessa, que com você Miss Tina Diva acredita ter chegado à escriba ideal. Basta colocar o material em suas mãos e minha majestosa figura não necessita sequer lidar com cara feia. Inclusive por que já estou farta e a ponto de sofrer uma overdose de caras feias e rostos retorcidos. Meus brilhantes olhos azuis não suportam tamanho desrespeito, e merecem ser brindados apenas com coisas belas e condizentes à minha sublime maravilhosidade.
O inicio do ano efetivamente chegou e trouxe consigo o reinício das aulas, e enquanto os rebentos voltam a chutar as canelas alheias e se morder entre si, a bunduda mamãe passa por um intensivo de como se readaptar a sua vida – supostamente – normal. Desta forma resolve recomeçar o curso que abandonou, fazer dieta, parar de fumar, dar mais atenção a suas bonecas...
Mas há coisas que não se aprendem, e da mesma forma que uma Diva só é Diva porque nasce Diva, uma bunduda será para todo sempre bunduda. As lições são passadas e não são assimiladas, afinal os membros do rebanho possuem cérebros de ervilha seca e costumam se deter assuntos irrelevantes, cujo conteúdo jamais seria exigido em uma avaliação.
Ainda assim, minha supremacia é capaz de traçar paralelos entre os discentes e os habitantes do microcosmo. Alguns inclusive reúnem várias características em uma só pessoa.
Há os que sentam sempre na primeira carteira e são vulgarmente conhecidos como puxa-sacos. Se o suposto puxa-saco parece estar deslocado e não pertencer àquele grupo, é porque certamente ele é apenas um membro comum que não enxerga direito.
Já a turma do fundão é sempre composta por aqueles que querem fazer bagunça escondendo-se atrás dos demais. Costumam agitar a turma toda, e quando a visão é voltada para seu esconderijo fazem cara de desentendidos. Assim como também tenta parecer desentendido aquele que atira giz e bolas de papel nas costas da professora, mas quando indagado não hesita em bancar o anjinho e apontar outro colega.
Tem aquele que cola tudo o tempo todo, pois sempre precisa de quem lhe diga o que fazer. O outro que se nega terminantemente a passar qualquer cola para qualquer pessoa, seu conhecimento pertence a si só e mais ninguém. Também tem aquele que jamais nega qualquer cola.
Há quem queira ser amigo de todos, professores, alunos, funcionários e transeuntes. Puxa o saco do professor, decora a matéria, sorri, elogia. Então para agradar também aos colegas ele explica as lições, cria grupos de estudo e passa cola para qualquer um que pedir. Passa cola inclusive das coisas que não sabe. Nesse caso, quem solicitou a cola acha que deve ter pego errado, ou que seu emissor tenha se enganado. Como ele é solícito e simpático o tempo todo, as pessoas fingem não se incomodar e ninguém reclama.
Desta feita, ele passa a ser o exemplo da turma. Até quando está completamente errado e todos podem ver pois está explícito, ele continua a ser o aluno padrão. E existe o exato contrário deste, que é o aluno que sempre vai parar na diretoria. Não importa o que foi feito, nem como. Mas se algo aconteceu, com certeza foi ele o culpado. São por razões como estas que Tina Diva concorda com quem disse que toda a unanimidade é burra. Minha magnificência ainda completa dizendo que não conseguem ver um palmo diante do nariz, nem mesmo se sentando na primeira fila.
Há alunos que exultam ao receber estrelinhas no caderno. Provavelmente acham que é um fantástico símbolo de status. Geralmente são os mesmos que acaso você não tenha notado, fazem questão de lhe mostrar todo o seu material novo, incluindo seu caderno novo com personagem da moda, novo uniforme e nova mochila com compartimentos secretos que deixam de ser secretos tão logo são revelados... Mas a essência? Esta é a mesma e não vai mudar. São muitas as disciplinas que não podem ser ensinadas, tolerância e bom humor estão entre elas.
Tina Diva não esquece daquele aluno cujos responsáveis são intimados a irem à escola toda a semana, por motivos dos mais diversos. Certamente que só é colhido o que foi plantado, e a palavra “responsáveis” não foi escolhida por minha magnitude de forma aleatória. De qualquer modo, em algum lugar talvez alguém há de se compadecer de vocês! Obviamente que não minha supremacia.
Há aqueles que justificam tudo, desde notas baixas a comportamentos inaceitáveis com histórias tristes e muito choro. Muitas vezes apelam para doenças na família, falta de dinheiro e outras pequenas tragédias pessoais. Não importa o quão triste seja a história, o emissor está completamente desacreditado.
De qualquer maneira, não resta duvida de que o momento preferido da vida escolar das bundudas sempre foi o recreio. Afinal, no recreio além de se falar da vida alheia, é a hora reservada ao lanche! Falar de boca cheia é praxe, já que nem fofoca nem comida podem ser deixados em segundo plano neste momento. É um troca-troca de informações e petiscos. E a inveja do biscoito recheado enquanto você só tem pão com margarina.
A perfeita Miss Tina Diva apenas observa ao longe e estuda tão peculiar comportamento. Não há necessidade de tentar ensinar seres que sequer conseguem compreender sentenças simples. Creio que encontram-se todos ainda revisando matéria passada no ano anterior, só isso justifica a total morosidade do microcosmo. Se minha maravilhosidade desse qualquer crédito a vocês, diria que está decepcionada. E só o que me resta neste momento é citar uma dupla de dois tiras: Mexam esses seus traseiros gordos!!
JOSEPHINE BAKER
“... não se começa por fazer uma lista de qualidades e dos talentos que se admira para depois se sair à procura de alguém que os encarne ...”
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Olá Galera!
Aproveitei a chuva que me impediu de trabalhar esta manhã para escrever mais um artigo para minha coluna neste site. Ano passado minha vida foi invadida por grandes personagens. Uma delas foi Josephine Baker. E gostaria de compartilhar com vocês a história e os exemplos de mais uma das grandes mulheres do século XX. Escrevo abaixo um resumo do resumo do resumo do resumo .. de um livro que lí e me apaixonei ainda mais por ...
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... Josephine Baker nasceu em 1906 nos Estados Unidos. Desde muito cedo soube que teria de ser a sua própria fada madrinha, seu próprio príncipe encantado pois sua alma fora forjada pela pobreza e pela rejeição. A primeira vez que subiu ao palco foi quando ainda era uma criança para distrair a sua irmã e as crianças da redondeza: no porão improvisou um palco e representou cenas da sua própria vida. Aprendera a dançar na rua, casas e quintais de St Louis negra, pois naquela época os negros não se misturavam com os brancos, sendo completamente segregados. Depois de uma briga um pouco mais séria do que as de costume com a mãe, Josephine Baker muda-se e começa a se sustentar trabalhando como garçonete, aos treze anos de idade. Sua dura infância a deixou ansiosa para o amor, mas o amor que era recebia de um homem nunca parecia ser suficiente para satisfazê-la. Trabalhou como corista e dançarina com um espetáculo de artistas itinerantes pelos estados únicos que a levaram para a Europa. Já em outubro de 1926, em Paris, seu sucesso era extraordinário. Foram lançados perfumes, roupas, brilhantinas, bonecas com a marca Josephine Baker, assim, “gente descendente de escravo estava conseguindo escravizar a Europa que adotaram seus trajes e suas danças”. Quando estava em tournée, fazia questão de se dirigir ao público em sua língua natal, não importando onde estivesse. Além do francês e do inglês, ela sabia o suficiente do espanhol, do italiano, do alemão e do português para cantar nesses línguas com o sotaque certo.
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Seus movimentos eram todos tão velozes que ninguém tinha tempo para pensar no que realmente estava acontecendo. As pessoas se perguntavam se aquilo era um homem ou era uma mulher. Seria horrível ou maravilhosa? Branca ou negra? Aquilo era cabelo de verdade, ou algum tipo de maquiagem? Ela simbolizava a ambigüidade, novas experiências. Ela parecia recorrer ao seu bel-prazer as fontes de energia e espontaneidade que, na maioria das pessoas, estão ocultas debaixo de camadas de vergonha e restrições sociais Quando Josephine Baker estava na dúvida, ela brincava. Quando estava à vontade, dançava. Quando sentia atração por um homem, fazia sexo com ele.
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Josephine Baker incorporou a sensibilidade cubista que apreciava ângulos e fragmentos em lugar das formas curvilíneas, a justaposição substituindo a fluidez como princípio de coerência, a energia frenética em vez do lirismo gracioso. O corpo de Josephine Baker foi um dentre os muito “objetos” africanos que de repente pareceram lindos a uma vanguarda parisiense. Vestiu-se com os principais grandes nomes da costura e do design de moda parisienses: Erté, Georges Barbier, Poiret, Schiaparelli e Vionnet.
O Folies-Bergère apresentou Josephine Baker como uma aborígene vestida com uma saia dom bananas de imitação. Que muitas vezes pareciam-se com grandes falos (sua saia, com as bananas de faz de conta penduradas, parecia-se com uma saia com vários “pipis” pendurados). Foi impedida em se apresentar em vários países onde a moral rígida católica, apostólica romana sempre decretou o que é certo e errado. (moral rígida católica, apostólica romana que apoiou todos os reis católicos a dizimar índios, aborígenes, protestantes e judeus, a mesma moral rígida católica, apostólica romana que apoiou a escravidão africana, a mesma moral rígida católica, apostólica romana que apoiou o extermínio de judeus, homossexuais, ciganos, etc, etc, etc, no nazismo ...) Só para recordar a história ...
Para Josephine Baker a segunda guerra mundial foi um momento decisivo: o ponto em que a busca por uma identidade e pela satisfação pessoal se completou ao encontrar a identificação com uma causa: Num prédio que fora anteriormente um abrigo para pessoas sem teto, Josephine Baker ajudava a alegrar os desesperados e cuidar dos enfraquecidos. Estreou shows em frente às linhas de combate para soldados. Recebeu a patente de subtenente de corpo auxiliar feminino da Força Aérea Francesa, permanecendo, no norte de África e Oriente Médio prestando auxílio a refugiados de guerra. Apresentou-se por toda a França em hospitais e postos do Exército. Endividou-se muito por recusar a aceitar pagamento pelas apresentações.
Adotou filhos de muitas raças e nacionalidades com o objetivo de demonstrar as possibilidades de fraternidade universal e de construir em volta deles uma comunidade modelo. A destruição de barreiras de cor nos hotéis, boates e restaurantes passou a ser a sua especialidade.
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Josephine Baker se inventava à medida em que ia vivendo. Antes de adormecer, (aos 68 anos, em 12 de abril de 1975) estivera passando os olhos por alguns elogios arrebatados à mulher de sessenta e nove anos que aparentemente jamais perderia a beleza e a vitalidade da juventude. Transcendeu sua identidade étnica sem repudiá-la de nenhuma forma, conseguindo com sua arte e com sua interação com o público derrotar antigos inimigos seus: a rejeição, o tempo e as muitas formas de limites impostas por essa ficção chamada raça.
Para saber mais:
ROSE, Phyllis. A Cleópatra do Jazz: Josephine Baker e seu tempo; tradução de Waldéa Barcellos. – Rio de Janeiro; Rocco, 1990.
http://www.youtube.com/watch?v=H46uf5-Way0
http://www.youtube.com/watch?v=wmw5eGh888Y
http://www.youtube.com/watch?v=MsXyDrf9HO0
http://www.youtube.com/watch?v=EfBKUKauGgc
http://www.youtube.com/watch?v=sHrOV8YorHI
http://www.youtube.com/watch?v=aLDVYPCXb4U
http://www.youtube.com/watch?v=n4MqCcVXyQU
Blytheando
E nesse nosso mundo Blythe tem atleta
e tem torcedora
tem as que escolhem outro tipo de esporte... e a ressaca...

Tem as eternas crianças
E tem aquelas que resolveram crescer...
Viu alguma foto e gostou? Manda o link pra gente ? contato@blythe.com.br
As fotos desse post nao pertencem ao site nem aos seus colaboradores para saber os créditos delas basta clicar nas mesmas
Destaque do Mês
Tudo começou com uma twittada da Mari falando algo sobre não acreditar que tinha gasto mais de 400 reais numa boneca. Achei aquilo tão surpreendente que passei a acompanhar o Flickr dela, só de curiosa. Vi toda a chegada da primeira doll, a Valentina, e desde então comecei a aprender cada dia um pouco mais sobre o fantástico e tão completo universo das Blythes. Depois de muitos dias de reflexão e uma pauta da faculdade de jornalismo, fui ao piquenique-encontro com as colecionadoras gaúchas para entrevistá-las, e conhecer as Blythes pessoalmente.

Me apaixonei a primeira vista pela Pepa, da Lu, e cismei que se fosse comprar uma Blythe, ela ia ser uma V-Smash. Como ela é um modelo antigo e muito querido, eu ia ter que esperar para ter uma. Mas esperar não é comigo! Encomendei então uma PWP, também ruiva e com um preço bastante acessível, no Mercado Livre. Era ela, a May! Demorou um mês pra chegar direto de Hong Kong, mas quando abri aquela caixinha, foi amor a primeira vista. E, pior, contagiou todo mundo! Mãe, vó, namorado... todos queriam conhecer a Martina (nome provisório dela) que acabou virando May.

A May tem uma personalidade própria, de criança malandra, mas não maldosa. Ela é curiosa, ingênua, mas não ser parecer boba, então tem sempre uma resposta pra tudo, mesmo que não faça muito sentido. Ela é aquela criança super espontânea que fala o que pensa, faz o que acha certo e gosta de se meter onde não é chamada, fazer perguntas indiscretas para desconhecidos, encher o saco da Panda e inventar planos mirabolantes em tardes tediosas.

Foi por ter características tão marcantes e divertidas que resolvi começar o projeto "365 Days" com ela. Foi um desafio para mim mesma, mas que até agora já me rendeu grandes aprendizados em relação à fotografar Blythes, exercitar a criatividade e até me surpreendi com algumas coisas que fiz.

Usando o simples "truque do fio de cabelo", já consegui colocar a May em diversas situações que fizeram dela mais do que uma boneca, uma menininha real aprontando por aí. Ela já foi à praia, aprendeu a andar de bicicleta, andou na corda bamba, viajou de avião, entrou na máquina de lavar e teve mais mil aventuras, sendo que recém vamos completar dois meses de projeto.

Ela é minha companheira pra todas as horas, e eu ainda espero muitas alegrias vindas dessa pequeninha!


Blog: http://bruberries.com
Portfólio: http://bruberries.wordpress.com
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